sábado, 2 de maio de 2009

Campeões da Vergonha

Ponto prévio. O Sp. Espinho acabou por justificar o título. Foi melhor no play-off final, arrumando em apenas três jogos uma discussão que se antevia mais renhida e de melhor nível, no que à qualidade de voleibol apresentado diz respeito.
Mas esta sexta-feira a história teve muito mais que se lhe diga. O Espinho cantou vitória já hoje, sexta-feira, porque a equipa de arbitragem assim o quis. O herói do Espinho não foi Miguel Maia o Roberto Reis, mas sim o homem do apito. Na verdade este foi o resultado que os poderes instalados do voleibol nacional quiseram que acontecesse.
O tiro saiu pela colatra aos responsáveis federativos com a nossa conquista da Taça, mas desta vez, há que admitir, o Vitória foi mais fraco que todos eles - leia-se poderes.O nome Espinho continua a ter muito mais peso que o Vitória no ceio do voleibol e o seu capitão, Miguel Maia, continua a meter medo. Não aos adversários, mas aos árbitros que lhe continuam a ter um "respeitinho" que só visto. Só assim se consegue perceber como é que o capitão dos tigres consegue sair de um jogo sem que um cartão lhe seja mostrado. É enervante, nojenta e anti-desportiva a forma como Miguel Maia procede em quase todas as partidas. Os seus protestos constantes são alvos de uma condescendência inacreditável, dignas de qualquer rei. Neste jogo e quando o Vitória respondia bem à má entrada no set inicial - já tinha empatado em parciais e estava na frente no terceiro - a arbitragem deu a volta ao texto da forma que quis. Amarelou a nossa equipa ao seu gosto e ofereceu de bandeja mais de uma mão cheia de pontos ao Espinho.
Assim é fácil! Enerva-se e desorienta-se uma equipa - que até já tinha tido o azar de mais uma lesão, desta vez foi Filipe Cruz a ter de abandonar - eleva-se ao colo outra, que idiscutivelmente estava numa fase complicada da partida e caminhava para a derrota no terceiro set.Tudo o resto na partida foi completamente insignificante, mesmo os erros vitorianos. Porque se o Vitória tivesse voltado a tentar inverter a situação, a história haveria com toda a certeza de acabar da mesma forma, custasse o que custasse.

Sp. Espinho 3-1 Vitória(25-18, 16-25, 25-21 e 25-21)


vitoriasempre.net

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